A UNITA apelou hoje às forças de defesa e segurança para que se abstenham do uso de força contra os cidadãos que pretendam manifestar-se no dia da tomada de João Lourenço, que dizem não ter legitimidade.
Osvaldo Caholo, ativista dos 15+2, diz que sociedade civil já tem um plano para protestar nos próximos dias contra as eleições de 24 de agosto, que deram a vitória ao MPLA, aguardando apenas que a UNITA se pronuncie.
Um especialista em ciências políticas angolano apontou hoje condicionalismos financeiros e a não indicação de membros em instituições públicas como impactos caso a UNITA não tome posse no parlamento de Angola e não acredita que o partido “corra riscos”.