Meio século após a independência e mais de duas décadas depois do fim da guerra, a paz das armas não trouxe a paz entre os angolanos. Para evitar que a história se repita, o poder tem de abrir caminho ao diálogo nacional antes das eleições de 2027.
O mundo está diante de uma contradição vergonhosa. Nunca houve tanta tecnologia, tanta riqueza acumulada, tanta inteligência artificial e tanta capacidade de produção. Ainda assim, 800 milhões de jovens poderão chegar ao mercado de trabalho nos próximos 15 anos sem encontrar uma vaga.
Durante décadas, a publicidade foi considerada um dos principais instrumentos para construir marcas, conquistar clientes e influenciar o comportamento dos consumidores. A sua eficácia dependia, em grande medida, do acesso aos meios de comunicação tradicionais, nomeadamente a televisão, a rádio e os jornais, que concentravam uma parte significativa da atenção pública e permitiam às organizações alcançar grandes audiências mediante a compra de espaço ou tempo de divulgação.
A intenção da Sonangol de reforçar a sua presença no sector mineiro, em particular nos chamados minerais críticos, merece ser recebida com interesse. Angola possui recursos cujo potencial económico poderá ganhar crescente relevância na transição energética mundial.
A segurança nacional constitui um dos pilares fundamentais da estabilidade política, do desenvolvimento económico e da coesão social de qualquer Estado. Não se trata de uma questão que possa ser analisada através da emoção, de perceções subjetivas ou de discursos circunstanciais.
Os discursos dos líderes políticos podem funcionar como instrumentos de poder, porque ajudam a definir como determinados países, governos e acontecimentos são percebidos pela comunidade internacional.
Desde tenra idade nos foi incutido de que quando está em causa a soberania nacional, nenhum esforço deve ser medido! Mas o que vemos é que alguns gestores públicos, ao invés de protegerem Angola, protegem os seus interesses. Em vez de respeitarem as leis, respeitam as suas conveniências.
Excelentíssimo Senhor Presidente da República,
Há uma coisa que Angola precisa devolver aos seus jovens: a capacidade de acreditar que os seus sonhos podem tornar-se realidade.