Jornalista Luis Carlos
Licenciado em Jornalismo e Ciências Sociais é Administrador do site Angola 24 Horas
A empresária angolana, que tinha convertido a então falida Efacec numa multinacional lucrativa, tornou-se carrasca do grupo português, que voltou ao bom caminho com mão estatal.
O ex-director da Record TV Africa, Fernando Henrique Teixeira (na foto), pode vir a ser julgado nos próximos tempos por crimes de branqueamento de capitais e associação criminosa, no âmbito de um processo-crime, aberto pelo SIC, que envolve outros três membros da ala brasileira da IURD, incluindo o ex-representante máximo, Honorilton da Costa, todos indiciados nos mesmos crimes.
Os documentos que o DCIAP enviou às autoridades judiciais angolanas e que estas dizem não ter recebido são uma história mal contada. No fim da linha, esta rábula acaba por fragilizar a narrativa de combate à corrupção construída por Angola.
Em Janeiro deste ano e sob o título “O Regresso das Ditaduras?”, o académico português António Costa Pinto (*) colocou no mercado um opúsculo (exactas 96 páginas) no qual identifica em regimes hoje vigentes em países como Rússia, Turquia, Moçambique, Cuba ou China traços autoritários comuns.