Quarenta e uma residências estão disponíveis para acomodar igual número de famílias que abandonaram, devido ao risco de desabamento, em Abril último, o edifício Lote 1 do Prenda, distrito da Maianga, dependendo apenas da decisão dos lesados.
Organizações da sociedade civil angolana, ativistas e defensores dos direitos humanos angolanos exigiram hoje que as autoridades investiguem todos os casos de violência policial, reportados durante a pandemia da covid-19.
A IURD Angola, liderada por Alberto Segunda, diz que atualmente não há obstáculos legais à reabertura dos templos, mas que aguarda ainda um pronunciamento público do Estado angolano sobre estas questões.
A reclamação surge numa altura em que a empresa Vamed apresentou, recentemente, um estudo de impacte ambiental e sócio-económico à volta do espaço onde vai ser erguido o Hospital Geral da Catumbela, ao longo da Estrada Nacional número 100, no percurso Benguela/Lobito.