O combate à corrupção em Angola parece selectivo porque "todos conhecem bem os nomes envolvidos na corrupção", disse o presidente da UNITA , Adalberto Costa Júnior.
O problema das dívidas angolanas à construção portuguesa está longe de estar resolvido. Perdões elevados, problemas de certificação e efeitos cambiais penalizadores deixam empresas fragilizadas e preocupadas, uma situação que já contagiou o próprio FMI.
Várias marchas de repúdio às práticas de corrupção e impunidade e apoio ao Presidente angolano, João Lourenço, foram realizadas no sábado em todas as províncias do país, à excepção de Cabinda.