A decisão do MPLA de anular a candidatura do general Higino Carneiro à presidência do partido continua a gerar reações, com o ativista João Malavidele a considerar que a medida representa um revés para a democratização interna da formação política e poderá ter reflexos na conjuntura política do país.
Analistas angolanos criticaram, esta Quarta-feira, a postura “parcial” da subcomissão de candidaturas à presidência do MPLA, após anúncio da invalidação da candidatura de Higino Carneiro, considerando que a decisão “era expectável”.
O jurista e advogado Sérgio Raimundo defendeu a necessidade de uma mudança na liderança do MPLA antes das eleições gerais de 2027, considerando que o partido poderá enfrentar sérias dificuldades eleitorais caso mantenha João Lourenço como principal referência política.