A Associação dos Taxistas de Luanda (ATL), o Ministério das Finanças e o governo da provincial decidiram continuar com as negociações até sexta-feira.
A alta patente da Polícia Nacional na província do Uíge, está a ser acusado de disparar 4 tiros e atingir com três balas, Alcides António Garcia, de 19 anos de idade, sem qualquer justificação, no dia 4 de Setembro de 2015, às 10 horas, quando este se encontrava em convívio com os seus amigos.
Pelo menos 143 taxistas detidos pela Policia angolana durante a greve promovida pelos também conhecidos “candongueiros”, foram ouvidos esta terça-feira (06.10) em várias secções do Tribunal Provincial de Luanda.
A secretária de Estado das Relações Exteriores, Ângela Bragança, declarou nesta terça-feira, em Luanda, que existe uma "cruzada" de activismo político contra Angola, no sentido de minar a imagem que o país granjeou ao longo dos últimos anos na arena regional e internacional.
Rafael Marques disse ontem à Lusa que expôs as situações de abusos dos direitos humanos em Angola junto do Departamento de Estado norte-americano, em Washington.
As estimativas do FMI apontam para que a economia angolana cresça ao mesmo ritmo em 2105 e 2016, com a queda dos preços do petróleo a justificar a revisão em baixa das estimativas para o país africano.
A dívida pública colocada por BNA caiu quase 90 por cento na última semana, para menos de 14 milhões de euros, indicam dados do banco central angolano compilados hoje pela Lusa.
A defesa dos 15 jovens ativistas angolanos, detidos sob acusação da preparação de uma rebelião e de um atentado contra o Presidente da República, apresentou hoje em tribunal um pedido de abertura de instrução contraditória e insiste na libertação imediata.
Angola atravessa atualmente uma forte crise financeira e económica, com reflexos também ao nível cambial, devido à queda para metade das receitas com a exportação de petróleo, tendo em conta a quebra na cotação internacional do barril de crude.
A semana começou com imagens de revolta a chegarem de Luanda. Multidões na rua, fazendo fogueiras e gritando “MPLA – FORA”. Apresentadas como um protesto contra o aumento dos combustíveis, estas manifestações vão muito além disso. Para os “taxistas” das Hiaces os combustíveis são apenas um pretexto, a causa próxima, já que em Angola se vivem tempos difíceis, com fome e carências de todo o tipo.