Sábado, 25 de Julho de 2026
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As próximas eleições gerais em Angola deverão realizar-se em agosto de 2017, disse hoje em Luanda o líder do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) e Presidente angolano, José Eduardo dos Santos.

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O Jornal de Angola foi impedido ontem de cobrir o lançamento em Luanda da campanha de Isaías Samakuva à presidência da UNITA.

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Os advogados que defendem os 17 ativistas angolanos acusados de prepararem uma rebelião denunciaram hoje que a quatro dias do julgamento continuam sem ter acesso ao processo, queixando-se de falta de condições para uma “defesa justa”.

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Os políticos e a população devem enterrar o passado, esquecer o rancor, agir em prol de um bem maior que se chama Angola. «Só assim faremos a reconciliação nacional»

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Quinta, 12 Novembro 2015 21:29

Samakuva acusa MPLA de ver fantasmas em tudo

O presidente da Unita considera que o MPLA está em queda livre e que vê fantasmas de golpes de Estado, de ingerência externa e até nas finanças.

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A associação dos advogados dos países que fazem parte da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral vai acompanhar em Luanda o julgamento dos 15 ativistas detidos desde junho disse à Lusa fonte organização.

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A antiga representante especial da ONU em Angola, Margaret Anstee, avisou hoje que a paz em Angola pode ficar em risco se não forem tomadas medidas para reduzir as disparidades sociais e económicas na população.

A unidade de estudos da revista Economist considera que a emissão de dívida pública de Angola pode ajudar a diversificar a economia, mas aumenta o endividamento e pode trazer problemas se o preço do petróleo não subir.

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O ministro das Relações Exteriores angolano, Georges Chikoti, inicia na sexta-feira, em Brasília, um programa destinado a assinalar no Brasil e nos Estados Unidos da América, nos próximos dias, os 40 anos da independência de Angola.

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A UNITA, maior partido da oposição angolana, afirmou hoje, em comunicado, que ao fim de 40 anos de independência nacional os angolanos não viram as suas condições de vida melhoradas e que ainda há "discriminação" no país.

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