A Comissão Económica do Conselho de Ministros analisou, esta quarta-feira, a proposta de ajustamento parcial das tarifas dos serviços de electricidade, prevendo um aumento dirigido exclusivamente aos grandes consumidores, enquanto as tarifas aplicadas aos clientes domésticos permanecerão inalteradas.
Os preços internacionais do petróleo prolongaram esta quinta-feira a tendência de valorização registada ao longo da semana, impulsionados pelo agravamento das tensões no Médio Oriente. A continuidade do confronto entre os Estados Unidos e o Irão, aliada a novos ataques contra navios na região do Estreito de Ormuz, voltou a aumentar os receios quanto à estabilidade da oferta mundial de crude.
O presidente do PRAJA-Servir Angola, Abel Chivukuvuku, disse que a falta de múltiplas candidaturas em algumas organizações afecta "severamente" a democracia interna nos partidos em Angola.
O antigo general Higino Carneiro apelou à calma dos seus apoiantes e garantiu que irá contestar a decisão que anulou a sua candidatura à presidência do MPLA, defendendo que as alegadas irregularidades apontadas pela subcomissão de candidaturas são passíveis de correção e não justificam a nulidade do processo.
Luanda – O Bureau Político do MPLA reuniu-se, na quarta-feira, em Luanda, para analisar o estado de preparação do 9.º Congresso Ordinário do partido, marcado para os dias 9 e 10 de Dezembro, numa altura em que João Lourenço surge como o único candidato validado para disputar a liderança da formação política.
A decisão do MPLA de anular a candidatura do general Higino Carneiro à presidência do partido continua a gerar reações, com o ativista João Malavidele a considerar que a medida representa um revés para a democratização interna da formação política e poderá ter reflexos na conjuntura política do país.
Analistas angolanos criticaram, esta Quarta-feira, a postura “parcial” da subcomissão de candidaturas à presidência do MPLA, após anúncio da invalidação da candidatura de Higino Carneiro, considerando que a decisão “era expectável”.
Um russo, um congolês e sete angolanos vão ser julgados por tráfico de pessoas e associação criminosa e outros crimes, por alegadamente tentarem aliciar jovens angolanas para trabalharem na Rússia ao abrigo de um programa de bolsas de estudo.
O Tribunal Supremo (TS) procede esta quarta-feira, 22, à leitura do acórdão do julgamento da antiga ministra das Pescas e do Mar, Victória de Barros Neto, pondo fim a um processo judicial iniciado em Maio e que poderá culminar na condenação ou absolvição da ex-governante pelo crime de peculato.
O Tribunal da Comarca de Luanda condenou a 11 e oito anos e prisão os arguidos russos, detidos na capital angolana desde agosto de 2025, por quatro crimes, tendo a defesa recorrido da decisão.