Angola começa a ser um recurso para Portugal e com posição idêntica à do Brasil após a sua independência no século XIX, defende o general na reforma Pezarat Correia, um dos protagonistas do processo de descolonização.
O Fórum das Organizações Não-governamentais africanas, que se reúne em Luanda de 24 a 26 de abril, vai debater o que os organizadores consideram ser casos sistemáticos de violação de direitos humanos em Angola.
A economia angolana precisa mesmo de se diversificar, deixando de apostar apenas no petróleo, defende hoje a revista britânica The Economist, num artido dedicado a Angola com o título 'Angola: Still much too oily' ('Angola: ainda demasiado oleosa').