Ativistas angolanos apresentaram hoje uma queixa-crime à Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o comandante provincial e o diretor de operações da polícia de Luanda, por alegadas "agressões físicas e tortura" durante e depois de uma manifestação contra o desemprego.
O professor angolano Paulo Conceição Faria considerou hoje que o Presidente do seu país, João Lourenço, promove uma relação "conciliatória autónoma de respeito e tolerância ao público".
Alegações de irregularidades na ajuda às vitimas da seca na província angolana do Cunene levam activistas a pedirem investigações e a fazer apelos para que governantes vejam no terreno o que se passa com essa ajuda.