A UNITA, o maior partido da oposição angolana, afirma que o país vive uma "segunda libertação", com a "luta contra a corrupção" a ser agora "política oficial" do Presidente da República, João Lourenço.
O Procurador-Geral da República de Angola admitiu hoje ter sido um erro divulgar o nome do Chefe de Estado-Maior das Forças Armadas Angolanas, constituído arguido, sem ter sido antes notificado.
O deputado independente angolano Raul Tati considerou hoje à agência Lusa que o ideal da independência de Cabinda "nunca irá prescrever", defendendo haver "ambiente político" para avançar, por agora, para uma autonomia alargada.