O líder da UNITA considera que qualquer solução para a estabilidade na província de Cabinda deve ser negociada e não imposta, incluindo uma proposta de autonomia “equilibrada”, que defendeu como solução ideal.
O Presidente de Angola, João Lourenço, defendeu hoje em Adis Abeba que não pode haver tolerância com regimes saídos de golpes de Estado ou “mudanças inconstitucionais” em África.
O comandante da frente norte das FLEC-FAC, Boaventura Cardoso Tati, reafirmou a existência de “guerra” em Cabinda, revelando que os apoios militares passam pelos portos de Luanda e do Lobito e pelo Aeroporto Internacional 4 de fevereiro.