A Amnistia Internacional (AI) denunciou hoje que ativistas angolanos na província do Cuando Cubango estão a ser impedidos pelas autoridades de Angola de distribuírem informação e produtos de higiene à população local para prevenção do novo coronavírus.
Angola recebeu hoje 5.000 testes rápidos de diagnóstico da covid-19 provenientes de Portugal que deverão começar a ser usados na próxima semana, depois de serem validados pelo Instituto Nacional de Investigação em Saúde (INIS).
O Presidente angolano, João Lourenço, juntou-se ao grupo de líderes que solicita, ao FMI e aos credores internacionais, moratória da dívida e pacotes de assistência económica e sanitária inéditos.