O vice-presidente do Grupo Parlamentar do MPLA, João Pinto, afirmou nesta terça-feira, em Luanda, que a sua bancada encara com normalidade a possível discussão de uma proposta de Revisão do OGE 2015, dado o actual contexto internacional, marcado pela queda do preço do crude.
Uma onda de desalojamentos atinge agora algumas áreas do município de Luanda. Dezenas de famílias estão ao relento, inesperadamente, e a administração recusa-se a dialogar com os desalojados. E na capital já se contesta.
Poucas semanas depois de ter assegurado um financiamento de 2 mil milhões de dólares da China, Angola recebe apoio de duas importantes firmas dos mercados financeiros de Wall Street e da City de Londres, incluindo a gigante Goldman Sachs. Isto enquanto as necessidades do Estado se vão agudizando, com o arrastar da quebra dos preços de petróleo.
Antigo governador do banco central angolano deve ser o novo presidente da Sonangol, sabe o Económico.
O ex-diretor de Internacional da Petrobras Nestor Cerveró foi apontado na Polícia Federal por suposto prejuízo proposital em um negócio de exploração de petróleo em Angola, na África, que teria gerado um dispêndio de US$ 700 milhões. O caso passou a ser investigado após depoimento prestado sob sigilo por um funcionário de carreira da estatal, no Rio, que procurou os policiais um mês após ser deflagrada a Operação Lava Jato, em março de 2014.
Uma portuguesa de 37 anos, residente em Luanda, desaparecida desde quinta-feira, foi encontrada sem vida na segunda-feira, nos arredores da capital angolana, informou hoje à Lusa fonte dos serviços consulares de Portugal.
Um passageiro ficou ferido depois do voo ta TAAG com destino a Luanda ter sido atingido por forte turbulência, esta segunda-feira.
Ngola Kabango ameaça colocar militantes na rua para impugnar congresso convocado por Lucas Bengui Ngonda; Laiz Eduardo responde: Kabango quer violência e vai assumir todas as consequências dos seus actos.
MPLA e UNITA recusam revelar quanto recebem do Orçamento do Estado. Mas garantem que o dinheiro é “bem usado” e com “transparência”. A CASA-CE e a FNLA asseguram fazer o mesmo. Mas não se importam de divulgar quanto recebem.
Um grupo de jovens afectos à sociedade civil de Cabinda endereçou ao parlamento angolano uma carta onde recomenda aquela casa das leis e o povo angolano em geral a reconhecer o seu direito à auto determinação à luz do direito internacional.