O antigo diretor do "Diário Económico", António Costa, está a colaborar com a empresária angolana Isabel dos Santos, através de uma avença de consultoria para a área de conteúdos económicos da plataforma de televisão por satélite ZAP.
Os grupos parlamentares da UNITA, CASA-CE, PRS e a representação da FNLA apresentaram nesta quinta-feira, em Luanda, contribuições para enriquecer o Projecto de Resolução que aprova o plano de tarefas essenciais para a preparação e realização das eleições gerais e autárquicas no país, proposto pelo MPLA.
O anúncio foi feito pelo próprio Rafael Marques, que acrescentou que o entendimento alcançado prevê a "não republicação" do livro "Diamantes de Sangue", que esteve na génese deste processo, assumindo o jornalista e activista angolano, após acordo com os generais visados, a monitorização do cumprimento dos Direitos Humanos nas áreas de produção diamantífera.
A dificuldade em fazer sair divisas estrangeiras do país, nomeadamente dólares, deverá ter estado na origem desta descida.
Proposta do MPLA para as eleições autárquicas é debatida amanhã, 21, no parlamento.
O líder da seita angolana "A luz do mundo", cujos fiéis se envolveram em confrontos mortais com a polícia e que está detido preventivamente há um mês, vai ser defendido em tribunal por advogados da associação Mãos Livres.
Nzita Tiago, fundador e presidente da Frente de Libertação do Estado de Cabinda, acusa Angola e o Congo Brazzaville pela morte do comandante João Massanga mais conhecido pelo pseudónimo "Homem de Guerra" e reitera o pedido de diálogo com o Presidente José Eduardo dos Santos.
O ativista de direitos humanos José Marcos Mavungo, detido na província angolana de Cabinda desde 14 de março, "corre perigo de vida" devido ao estado de saúde, denunciou o grupo promotor de um abaixo-assinado que exige a sua libertação.
A Amnistia Internacional entregou ao Ministério dos Negócios Estrangeiros português milhares de assinaturas da petição sobre o processo judicial em que está envolvido o jornalista e ativista angolano Rafael Marques, disse hoje à Lusa fonte daquela organização não-governamental.
O Governo angolano aprovou um investimento privado para a prospeção de metais raros e preciosos nas províncias do Huambo e do Bié, no centro do país, que se poderá prolongar por sete anos.