O ministro do Interior de Angola afirmou, esta quarta-feira, em Luanda, que Luaty Beirão, um dos 15 ativistas detidos desde junho e protagonista de uma greve de fome que durou 36 dias, "não dá muita importância ao bem vida".
O Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) criticou hoje a "pressão" estrangeira sobre as autoridades angolanas no caso dos 15 ativistas detidos desde junho, dizendo que é tempo de "cerrar fileiras" em torno do Presidente angolano.
Os números da Sonangol – empresa que controla todo o negócio de petróleo em Angola - que vão sendo conhecidos evidenciam que as dificuldades provocadas pela diminuição de produção e pela abaixamento do preço de venda do crude revelam também uma deficiente concepção do negócio e poêm em evidência a necessidade de reorganizar toda a sua estrutura. A crise pode tirar à Sonangol o seu todo-poderoso estatuto.
Luanda - O presidente do Kabuscorp do Palanca, Bento dos Santos ?Kangamba? disse segunda-feira, em Luanda, que a FIFA recuou na decisão de condenar a sua agremiação ao pagamento de 750 mil dólares, acrescidos a uma multa equivalente a 23 mil euros ao ex-internacional brasileiro Rivaldo.
Deputado Leonel Gomes da CASA-CE acusa Tany Tarciso de apreender materiais da coligação.
O 'rapper' angolano Luaty Beirão regressou ESTA TERÇA-FEIRA ao hospital-prisão de São Paulo, em Luanda, onde permanecem os restantes 14 colegas ativistas, depois de ter terminado há uma semana uma greve de fome que durou 36 dias.
Grande parte dos 15 activistas detidos desde 20 de Junho, sofrem de diferentes patologias, inerentes às condições de detenção e em carta denunciam a ausência total de cuidados médicos no Hospital Prisão de São Paulo, em Luanda, enquanto em Cabinda se deteriora a saúde de Marcos Mavungo.
Advogado quer investigação, mas polícia diz ter agido em legítima defesa durante confrontos por conflito de terras
Um grupo de 18 jovens angolanos detidos há quatro dias vai a julgamento sumário na quinta-feira, no Tribunal de Benguela, acusados de desobediência à autoridade, por tentativa de manifestação naquela cidade, disseram à Lusa os advogados de defesa.
O português José Mourinho reafirmou esta terça-feira que vai continuar no Chelsea até ao final do seu contrato, em 2019, e lembrou que foram precisos 11 anos para viver o pior momento da sua carreira como treinador de futebol.