Havia 94 mil trabalhadores estrangeiros na RDA em 1989, provenientes de Angola, Argélia, Cuba, Hungria, Moçambique, Polónia e Vietname.
Os ativistas detidos desde junho em Luanda, acusados de conspiração, queriam provocar uma intervenção da NATO em Angola que conduzisse ao derrube do Presidente José Eduardo dos Santos, disse à Lusa o embaixador itinerante angolano António Luvualu de Carvalho.
O grande desafio de Angola nos próximos anos é "fazer mais e melhor com menos", adaptando as políticas públicas à descida das receitas, disse à Lusa o representante permanente do Fundo Monetário Internacional no país.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) considera que Angola só vai recuperar dos efeitos da queda do petróleo daqui a dois anos, e mesmo assim aponta riscos a esta previsão, nomeadamente uma nova descida nos preços.
A Igreja Católica angolana defendeu hoje o reconhecimento de todos os anónimos que contribuíram para a independência do país, mas que foram "vítimas" da "militarização" do "conceito de combatentes da liberdade".
A Assembleia Nacional de Angola com a maioria dos deputados do MPLA agendou para 18 de novembro a discussão de uma posição sobre a resolução do Parlamento Europeu que em setembro apontou limitações a várias liberdades e direitos pelas autoridades angolanas, foi hoje divulgado.
A analista da agência de 'rating' Moody's que segue a economia de Angola considera que o país tem "todos os ingredientes" para ver os jovens forçarem mudanças no regime e diz que a evolução política depende da economia.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê um "aumento significativo" da dívida pública angolana em 2015, especialmente através da petrolífera estatal Sonangol, esta com um peso equivalente a 14,7 por cento do Produto Interno Bruto (PIB).
O Tribunal do Lobito condenou hoje 18 jovens ativistas angolanos numa pena de prisão convertida em multa de 16 euros, mas estes continuam presos por não terem condições para pagar de imediato.
Embaixador angolano afirma que “estado angolano sempre respeitou os direitos humanos e a liberdade de expressão”, José Eduardo Agualusa mantém a esperança que Angola entre num processo efetivo de democratização.