Luanda - O Procurador-geral da República, João Maria de Sousa, anunciou nesta terça-feira à imprensa, em Luanda, que os 15 detidos, dos 17 acusados de actos preparatórios de rebelião, passarão a cumprir a pena nas suas residências.
A agência de notação financeira Moody's disse hoje que Angola é o país da África subsaariana cuja dívida pública em dólares mais aumentou desde o início da descida do preço do petróleo, desde meados do ano passado.
“No nosso país tem havido um grande descontrolo e assistimos à captura dos agentes políticos portugueses pelos mais diversos interesses”, nota Ana Gomes, 61 anos, eurodeputada socialista.
O Plano Director Geral Metropolitano de Luanda (PDGML) lançado segunda-feira pelo ministro de estado e chefe da casa civil, Edeltrudes Costa, fundamenta-se em três pilares, nomeadamente, “cidade habitável”, “nossa cidade bonita” e “cidade internacional”, disse a directora geral da Urbinveste, Isabel dos Santos.
O diretor do Centro de Estudos e Investigação Científica (CEIC) defende que mais do que a introdução do euro ou do yuan chinês em Angola, como alternativa aos escassos dólares, é necessário priorizar, em definitivo, o acesso a divisas.
O porta-voz dos Serviços Prisionais angolano confirmou que foi aberta uma exceção para que o ativista Sedrik de Carvalho, que entrou esta 2ª-feira em greve de fome e ameaçou o suicídio, possa ver a filha.
Agrava-se o desespero dos arguidos no âmbito do processo 15+2. Psicologicamente desgastado, Sedrcik de Carvalho ameaça suicidar-se. O jornalista entrou em greve de fome, recusa ingerir líquidos e receber visitas.
O secretário executivo nacional da CASA-CE Leonel Gomes disse que elementos das forças de segurança do país estão com salários em atraso devido à incompetência do Governo.
O ativista angolano Sedrik de Carvalho, detido desde junho em Luanda, que ameaçou hoje suicidar-se em carta aberta, considera abandonar essa intenção depois da conversa que terá terça-feira com a filha, disse hoje à Lusa o seu advogado.
A Trafigura é um gigante internacional do “trading” de matérias-primas, com relações privilegiadas em Angola, que incluem acordos bilionários com a Sonangol e empresas detidas pelo general Leopoldino Fragoso do Nascimento “Dino”, ex-chefe das comunicações da Presidência e próximo do presidente José Eduardo dos Santos. Habitualmente discreta, e não-cotada em bolsa, veio agora anunciar uma desvalorização de 244 milhões de dólares no projeto AEMR, para reativação das minas angolanas de Cassinga.