Mais de 100 estudantes marcharam hoje, em Luanda, pelo retorno às aulas nas universidades públicas, paralisadas há mais de um mês devido à greve dos professores, reprovando os salários “míseros” dos docentes e pedindo intervenção do Presidente angolano.
No seu périplo pelos países da Europa e da Ásia, nas buscas das novas cooperações partidárias, o Presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, fez uma visita histórica ao Muro das Lamentações, um local sagrado e de grande relevância religiosa.
Um dos sintomas do baixo nível do discurso político de Angola, esta nesta luta para saber “quem iniciou a guerra contra o colono”, pois se assume que quem iniciou a luta teria legitimidade para governar.
O Tribunal Constitucional (TC) angolano considera que a Constituição de República de Angola (CRA), aprovada há 12 anos, “foi projetada para ser a agenda nacional de consenso” e o texto constitui “uma conquista da jovem democracia angolana”.