O Presidente angolano, João Lourenço, defendeu hoje que Angola alcançou vários progressos em 50 anos de independência, nos domínios das escolas, água, energia e infraestruturas, mais do que o governo colonial português fez em 500 anos.
Ativistas em Cabinda criticaram hoje o silêncio da comunidade internacional perante a “repressão” e “limitações à liberdade de expressão”, queixando-se de sofrer represálias e ser associados à oposição ao regime angolano.
Os dois maiores partidos angolanos, MPLA e UNITA, escolheram o próximo sábado para medir o pulso ao apoio popular, marcando o lançamento do ano político com dois grandes comícios, na presença dos respetivos líderes.