O candidato à presidência do MPLA Higino Carneiro defende, no seu manifesto, eleições internas competitivas e limitação de mandatos, reconhecendo o descontentamento dos angolanos com o partido, que "precisa de voltar a merecer a confiança do povo".
O dirigente da UNITA, Lukamba Paulo Gato, reagiu à decisão da Comissão Nacional Eleitoral (CNE) de rejeitar o pedido de monitoria eleitoral apresentado pelo Movimento Cívico MUDEI, criticando a posição do órgão eleitoral e defendendo um maior envolvimento da sociedade civil nos processos eleitorais.
O general na reforma Higino Lopes Carneiro, pré-candidato à presidência do MPLA, voltou a defender uma liderança assente no diálogo e na inclusão, sustentando que as soluções para os desafios do país devem resultar da participação de diferentes sensibilidades.