Domingo, 06 de Setembro de 2026
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Jean-Claude de Bastos de Morais foi ontem libertado da prisão de Viana, tomando directamente um voo para o Dubai, depois de, segundo comunicado da Procuradoria-Geral da República (PGR), terem sido recuperados 3.350 milhões de dólares que se encontravam debaixo da sua gestão no Fundo Soberano de Angola.

Por Paulo Zua

Se já a Tchizé diz e justamente como deputada do MPLA de que foi eleita da mesma forma como o foi também eleito ou escolhido João Lourenço presidente da república.

Por Fernando Vumby

A chegada de João Lourenço ao poder em 17 de Setembro de 2017, não se tratou propriamente de um balde de água fria apenas despejada sobre a cabeça do MPLA, tratou – se também, de um meio de agitação do MPLA, Partido que governa o País desde 1975.

Lhe obrigando a optar pela manipulação como sua arma mais poderosa que lhe garante sobrevivência, até quando ninguém sabe. Estou a dizer isto partindo daquilo que conheço da minha própria convivência dentro do MPLA, quando fui militar nas FAPLA.

Por Fernando Vumby

Muito embora ainda não se tenha somado quanto dinheiro foi usado, abusado, lavado, esteve sob controlo e movimentado. Por esta farsa e corja denominada por (FEZES) que é o nome que merecia ser tratado porque é o que melhor se aplica a uma organização tão nojenta e agoniante como esta.

Por Fernando Vumby

Domingo, 17 Março 2019 12:32

Falta de vergonha

A revelação de que cerca de cinco mil milhões de dólares do erário foi desviado para formar, fomentar e alavancar impérios privados é uma das pontas do véu que faltava desvendar para provar o estado de impunidade geral que se havia instalado entre nós, com uma elite selecta a apropriar-se dos bens de todos em proveito próprio, obedecendo a uma estratégia que visava o controlo do país, económica, política e militarmente.

Por Víctor Silva

A TPA não deve indemnizar ou pagar seja o que for à SEMBA COMUNICAÇÃO, então gestora do Canal 2, pois, como sabemos, essa empresa beneficiou-se de meios financeiros, materiais de infra-estruturas pertencentes à TPA, com consentimentos das então entidades dirigentes da comunicação social.

Por José Carlos de Almeida

 

Não me arranjo aqui, para imputar ninguém a culpa sobre episódios actuais, ou aquilatar alguém, por não ter faculdades para tal sorte, somente me conduzo no anelo de verter luz sobre os factos hodiernos, de maneira a poder acordar o MPLA (Partido histórico e libertador da África Austral, e mais organizado de África toda), e este poder esgueirar – se das vozes turbilhonares de neandertais famintos na selva das redes sociais, com bocas abertas prestes à devorá – lo o fôlego.

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