Espera-se que este artigo esteja atrasado e que, quando for publicado, Ricardo Viegas de Abreu e José Carvalho Rocha (este último na foto) já se tenham demitido. Se tal não aconteceu é sinal de que o presidente da República João Lourenço foi vencido e já não preside.
Por Moiani Matondo
“Não remodelei o Governo porque não tenho quadros”, consta que terá dito, em jeito de desabafo, o Presidente João Lourenço aos mais próximos. Contaram-nos, como se não fosse importante, mas na nossa cabeça tilintaram dezenas de campainhas. Como é possível?
Por Ana de Sousa
A vida e a história têm ironias extraordinárias que valem mais do que mil palavras. No caso de João Lourenço são os aviões que têm contraditado, com uma frequência irritante, os seus discursos sobre transparência e combate à corrupção.
Por Moiani Matondo
De todos os heróis e heroínas que colocaram as suas mãos para a grandeza deste País, no plano da construção de uma Angola livre e desenvolvida, não há algum que tenha feito mais que José Eduardo dos Santos ao longo da história. Oriunda da prole do lendário Ngola Kiluanje, a Rainha Njinga Mbandi deu, nos séculos XVI-XVII, um exemplo de tenacidade na defesa do seu povo.
O governador do território de Cabinda, que continua sob ocupação ilegal e militar do governo angolano, chefiado pelo MPLA, é mentiroso e desonesto. Pois as suas acções e atitudes não se diferem a de um sipaio, que tem a missão de proteger os interesses do MPLA que desgoverna Angola, desde de 1975.
Namibe – Em pleno século XXI vemos países africanos a serem afectados por tempestades violentas, temperaturas altas, inundações, precipitações atmosféricas e de cristais de gelo (chuva e neve) muito fortes que só se verificam em países Europeus, Asiáticos e Americanos. E de acordo com (Paula & Silva, 2009: 42) as controvérsias sobre as possíveis causas e efeitos do aquecimento global ainda são pouco divulgadas, mas não podem ser ignoradas.
Por Londaka Sangangula
Invoca – se muito hoje a liberdade de atacar a imagem do ex – Presidente JES, uma coisa é o logos e os seus valiosos feitos que foram transformados em mythos, ou histórias vãs no novo Executivo.
Alguns até já pareciam que estavam cientes de que haveriam de morrer ou seja desconfiavam que seriam mortos de uma maneira ou de outra, e assim ainda iam dizendo algumas coisas aqui e ali. Na cadeia de S.Paulo por exemplo na cela (G) onde estava a maior parte dos operativos da DISA e da CIM, que acabaram quase todos mortos.
Por Fernando Vumby