Assim que o Presidente da República decretou Estado de emergência no passado dia 25 de março entrado em vigor no dia 27 do mesmo mês, com o objectivo de combater o coronavírus, o governo anunciou que a partir de maio passará a dar 8.500 kwanzas nas famílias pobres.
Com a COVID – 19, o MPLA deve abandonar a guerra e optar pela paz interna e pela reconciliação do Partido, caso o MPLA persista em guerrear consigo próprio será vítima do seu próprio fracasso.
Vou pedir ao leitor que me siga em uma experiência mental sobre como seria gerir uma crise política e sanitária em Angola em 2020, qualquer semelhança com a realidade sendo mera uma coincidência.
Com a COVID – 19, o MPLA deve abandonar a guerra e optar pela paz interna e pela reconciliação do Partido, caso o MPLA persista em guerrear consigo próprio será vítima do seu próprio fracasso.
Angola, segundo a Carta Magna que impera neste País, é um Estado democrático e de direito (art. 1, inciso 1), é democrático porque a soberania, una e indivisível, pertence ao povo, que exerce através do sufrágio universal, livre, igual, directo, secreto e periódico, do referendo e das demais formas estabelecidas pela Constituição, nomeadamente para a escolha dos seus representantes (dirigentes) (art,3, inciso 1).
É uma pergunta que faço aos que se sentem atingidos naturalmente os ligados ao sistema. Corrupto e de nepotismo que triunfa e caminha á passos largos, até mesmo neste momento em que o bichinho não está a escolher nomes.
O mundo “aldeia global” acabou por ser afectado pela pandemia “COVID-19” que, indubitavelmente arrasar à economia mundial. Contudo os países estão aprovar pacotes de medidas do ponto de vista de segurança e económico para atenuar o seu impacto.
O vocábulo ministério serve para dar significado às principais repartições da administração pública da maioria dos países como é o exemplo de Alemanha, Angola, Brasil, França, Itália, Moçambique, Portugal e Rússia.