Sábado, 07 de Novembro de 2026
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O debate acerca da modernização institucional dos Estados democráticos contemporâneos encontra no processo eleitoral um dos seus pilares mais sensíveis e determinantes. A soberania popular, consubstanciada no sufrágio universal, exige garantias instrumentais robustas que assegurem não apenas a lisura do escrutínio, mas também a inexpugnabilidade da vontade soberana expressa nas urnas.

Há uma pergunta que merece uma reflexão profunda na sociedade angolana: entre os gestores públicos e os cidadãos, quem mais viola a lei?

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