A TAP está a aguardar a aprovação das autoridades de Angola e Guiné-Bissau para realizar na sexta-feira e sábado mais dois voos extra, além dos que tinham sido anunciados, disse fonte oficial da companhia aérea à Lusa.
Desde o início o governo angolano agiu com irresponsabilidade sobre a pandemia do COVID-19, não soube tomar medidas preventivas e a segurança no aeroporto internacional 4 de fevereiro nunca foi das melhores, centenas e centenas de passageiros nacionais e estrangeiros vinham de Países afectados entravam e saíam do País sem controlos adequados.
A petrolífera norte-americana Chevron garantiu hoje que mantém as operações no enclave angolano de Cabinda, admitindo, ainda assim, que "reduziu de forma significativa o acesso às instalações" no seguimento da propagação da pandemia da Covid-19.
O presidente do Sindicato de Médicos de Angola disse hoje em Luanda que o sentimento entre a classe “é de frustração”, sobretudo pelas debilidades das medidas de biossegurança em relação à coivd-19.