Chico Viana tornou-se um fardo pesadíssimo e politicamente insustentável para qualquer agremiação política que o queira acolher. Alem do mais, o deputado é muito contraditório e quase nunca claro nas explicações anedóticas infletidas na sua mais recente novela com que brindou a sociedade angolana.
No campo das ideias, que visam encontrar equilíbrios consensuais que leve o país a realizar em tempo útil as tão desejadas eleições autárquicas, o MPLA, porém, nega-se em ser a estrela iluminadora dos caminhos que nos leve ao encontro de tais propósitos.
O que assistimos no parlamento, deixa-nos admirados pela negativa. Os deputados do Mpla andam aderiva, sem ideias, sem beira nem eira. E a presidente Carolina Serqueira é parcial sempre. Está do lado do Mpla sempre. Já não consegue esconder. Não entende o papel que deve representar enquanto presidente. Ė uma pena!
No início deste mês de Fevereiro, a ministra das Finanças, Vera Daves, voltou a afirmar, na abertura do seminário sobre regras de execução do Orçamento Geral do Estado (OGE – 2024), que as regras orçamentais, reguladas e a aprovadas todos os anos, pretendem "assegurar maior eficiência e eficácia na forma como arrecadamos as receitas e realizamos as despesas”.
O presidente do MPLA João Lourenço, não pôde de maneira nenhuma demarcar-se do passivo das políticas públicas do MPLA nos 48 anos de poder. Essa realidade é reflexiva em quase toda militância residente na Angola profunda. É nesse segmento populacional onde se vislumbra a olhos nus a verdadeira fome e miséria instalada nos 8 anos de poder Lourencista.