O Governo norte-americano vai financiar com 624 mil dólares (583,5 mil euros) a formação de mais de 200 juízes, promotores, investigadores e funcionários alfandegários angolanos em matéria de investigação e julgamento de casos de tráfico ilegal de animais selvagens.
Um enviado especial dos Estados Unidos da América (EUA) defendeu que Angola deve escolher empresas que assegurem comunicações seguras e estáveis, face à necessidade de proteção de dados e aos ciberataques, alertando também para a armadilha da dívida.
Amos Hochstein, enviado especial do Presidente norte-americano, aconselhou hoje o Governo angolano a apostar em parcerias que contribuam para o desenvolvimento sócio-económico, ao invés de optar por parcerias que se traduzem em «dívidas avultadas», que podem colocar em perigo a próxima geração, no que pareceu um claro recado à China, que é, há vários anos, o maior credor do País.
Um enviado especial da Casa Branca para assuntos de investimentos e parcerias em infraestruturas desloca-se em breve a Angola, que será seguida de viagens de outras destacadas entidades oficiais americanas a Luanda.
Um especialista angolano em relações internacionais classificou hoje como “diplomacia de jogo de cintura” o reposicionamento do Presidente angolano em face da invasão russa na Ucrânia, visando a manutenção das relações com as potências mundiais “sem irritante diplomático”.