O presidente da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), Nimi-a-Nsimbi, está a ser acusado de se recusar a receber uma decisão do Tribunal Constitucional (TC) que determina a convocação do VI Congresso Ordinário do partido.
O coordenador da Comissão Preparatória do VI Congresso da FNLA, criada por membros do Comité Central, Ndonda Nzinga, voltou a dirigir duras críticas à actual liderança do partido, acusando o presidente, Nimi a Simbi, de pretender "apropriar-se do partido com os seus acolhidos" e de seguir uma visão que classificou como "meramente mercantilista".
O Tribunal Constitucional (TC) rejeitou o prolongamento do mandato do presidente da FNLA, Nimi a Simbi, e intimou-o a convocar o 6º congresso ordinário, sem adiamentos, e em conformidade com os estatutos e demais normas legais aplicáveis.
O filho do fundador histórico da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), Álvaro Holden Roberto, formaliza esta quarta-feira a sua candidatura à presidência do partido, juntando-se à corrida para a liderança da organização, cujo VI Congresso Ordinário está marcado para o final de setembro.
Luanda – Os militantes da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), Fernando Pedro Gomes e Daniel António Afonso, formalizaram esta terça-feira as suas intenções de concorrer à presidência do partido, ao entregarem as respetivas pré-candidaturas à Comissão Nacional Preparatória do VI Congresso Ordinário.