Um especialista angolano em petróleos reviu hoje em alta o crescimento da economia de Angola, para 3% a 4% este ano, devido à procura em alta do petróleo, agravada pela crise provocada pela invasão da Ucrânia pela Rússia.
Os credores chineses estão a impor exigências mais rigorosas aos países africanos, à medida que tentam reduzir os riscos do seu vasto programa de financiamento de projetos de infraestruturas no exterior, segundo a unidade de pesquisa AidData.
Há quase dois anos que a moeda norte-americana não baixava da barreira psicológica dos 500 Kz. São os efeitos da alta dos preços do barril de petróleo, mas também da crise e da quebra de consumo, bem como da política monetária mais apertada. É que sem kwanzas no bolso não se pode comprar dólares ou euros.