Os bancos angolanos pedem um aumento da fiscalização no mercado informal de transação de divisas e rejeitam ligações às “kinguilas”, como são conhecidos estes agentes informais, referindo que operações cambiais decorrem também no mercado transfronteiriço.
Bancos angolanos reconheceram a pressão dos clientes pela falta de divisas nas suas operações, referindo que têm feito o possível para satisfazer as necessidades, perante a carência acentuada que se regista desde 2023.
O Banco Angolano de Investimentos anunciou hoje que tem apenas disponíveis 40 milhões de dólares (37,2 milhões de euros), cerca de 17% das suas necessidades de divisas (234 milhões de dólares, ou 217,6 milhões de euros).